Um dia inteiro, com o notebook aberto, pra você montar o seu agente de IA com o contexto do seu negócio dentro — e sair de lá com uma habilidade criada por você, funcionando.
Abre o WhatsApp da R2. A gente confirma se ainda há lugar e te passa os detalhes.


É a lista que a gente abre no começo da tarde, com a sala inteira levantando a mão. O seu agente entra exatamente aqui — não em qualquer lugar.

Com o contexto do seu negócio dentro: quem você é, o que vende, as regras da casa. Ele já vem na sua conta do Claude — você só monta.
O que contar pra ele, onde guardar e por onde começar. Serve pra qualquer negócio.
Funcionando na sua conta. Você ensina uma vez, ele executa sempre que você chamar.
De madrugada, no domingo, na hora que você chamar — e a equipe inteira usa junto.
Chegou com pendência de conta? Resolve às 8h, no balcão de setup — ninguém começa o dia travado.
O que a gente não promete: não existe mágica de "sai daqui com a operação resolvida". Quem vende em marketplace ainda ganha, de bônus, um diagnóstico rodando na própria conta — mas isso é sobre-entrega. O contrato são os quatro itens acima.
Montar um agente é igual a integrar um funcionário novo: conhecer você, aprender a conversar, saber da empresa, ganhar os acessos, ser treinado. É essa a ordem — e você sobe todos os degraus com a mão no teclado.

Nada de assumir que você já sabe. O que a IA é, e — a parte que ninguém conta — onde ela erra: ela fala com confiança até quando está errada. Depois, como pedir. A primeira prática é no seu negócio, não num exemplo genérico.

O degrau que separa quem usa IA de quem tem um agente trabalhando. Você conhece as quatro memórias do seu braço direito e monta a pasta da empresa no seu Google Drive, de propósito — é patrimônio seu, não fica preso em ferramenta nenhuma. A regra que fica: conversa é rascunho, arquivo é pra sempre. Aí vêm os acessos, e ele passa a ver o que você vê.

Habilidade é o funcionário que você treina uma vez. A turma inteira recebe os números reais de uma empresa com uma dor real e diagnostica junto — não é exercício de escola: é o mesmo diagnóstico que a R2 faz na consultoria. No fim, cada um sai com a sua habilidade escrita, testada e rodando.

Aí o onboarding vira o da sua empresa: você joga os seus números na pasta e manda o seu agente rodar. E fecha com o movimento que se repete pra sempre — falar, dar memória, conectar, ensinar, ele trabalha, você melhora. Cada volta te deixa mais esperto.

Ninguém sai correndo — o almoço também é servido no espaço, de propósito. Três pausas garantidas, o microfone rodando na virada de cada bloco, e se você travar, alguém vai até a sua mesa. Ninguém fica pra trás.
Lembra do Waze? Ninguém dirigia com ele — hoje muita gente não dirige sem. É essa a virada, e ela já começou.
Poucos dias depois do evento, a turma se reuniu numa chamada pra mostrar o que tinha construído em casa. Cinco chegaram com coisa rodando. Três delas:
Uma aluna resolveu num fim de semana uma bagunça de catálogo que a incomodava havia um ano. Nas palavras dela: "foi muito gratificante".
Outro aluno cruzou Mercado Livre e Shopee num painel só. "Passei quase o dia todo fazendo isso" — e passou porque quis.
Uma aluna montou o sistema operacional da própria fábrica. "Tô usando pra tudo."
“Thiago e Michel explicam com muita clareza. Sabem exatamente os pontos de maior dor que a gente tem no negócio — não é uma coisa genérica, onde a gente fica buscando informação pra tentar aplicar o que funciona pra gente. É bem específica. Valeu cada minuto.”
“Sempre pareceu um bicho de sete cabeças — que eu teria que estudar demais, fazer faculdade pra mergulhar nessa nova era. Hoje foi explicado de forma muito clara, muito dinâmica, fazendo na prática.”
“Eu entrei aqui sem saber nada, não entendia nada. Saio com tudo mais organizado. Vocês não têm ideia do que a ferramenta pode fazer no nosso dia a dia.”
“Eu ainda trabalho sozinha e sei que a IA pode fazer muito por mim. Fazer ela trabalhar pra mim de verdade e sair daqui com o projeto pronto, dentro do que eu preciso.”
Duas coisas que o Thiago construiu com o mesmo método do dia. Nenhuma foi feita por programador: as duas nasceram de uma dor específica e começaram do mesmo jeito que você vai começar — contexto numa pasta.
Três pessoas lançando produção ao mesmo tempo, cada uma do seu jeito — e o erro só aparecia depois de pagar a oficina. Hoje é um sistema no ar, cada um com o seu acesso e conferência automática. Não é protótipo de curso: é o sistema que a fábrica usa pra trabalhar, todo dia.
A pessoa que cuidava de agenda, cobrança, planilha e atendimento pediu pra sair — e a operação ia junto. Em vez de correr atrás de uma contratação às pressas, construir. Hoje uma assistente atende no WhatsApp, confirma agenda e atualiza a planilha — e escala pra gente o que precisa de gente.
A distância entre a habilidade que você cria no dia e isso aqui não é talento. É quantas voltas de looping você deu.

A imersão é aberta a qualquer negócio. A maioria da sala vende moda em marketplace, e por isso muitos exemplos vêm de lá — mas o método é do negócio, não do nicho, e já teve gente de outros ramos que saiu com o agente rodando igual.
O risco de um dia assim não é você não aprender — é voltar pro trabalho e deixar o agente parado. Por isso a semana seguinte já vem montada.

Pra uma dor real do seu negócio. Uma. Não trinta.

Travou em casa? Manda no grupo. A gente e a turma respondem.

Chamada com a turma: cada um apresenta o que construiu.

Encontros a cada quinze dias, com as turmas seguintes junto.


Thiago e Michel não são professores de IA: são dois empresários que vivem de vender e de operar, e que construíram com agentes de IA as ferramentas que rodam nas próprias empresas todo dia. É esse bastidor que eles abrem na imersão — o que funcionou, o que quebrou e por quê.
Chama a gente no WhatsApp. É uma conversa rápida: a gente conta como funciona, tira dúvida e garante a sua vaga.
Sexta, 11 de setembro de 2026, no escritório da R2 Growth, em São Paulo, SP — a gente manda o endereço completo na confirmação da vaga. Recepção a partir das 8h, conteúdo das 9h às 18h e happy hour depois, no mesmo lugar. São 25 lugares.
Não — nenhum. O primeiro bloco começa em "o que é isso". Já teve gente que nunca tinha aberto o Claude e gente que já usava todo dia: os dois grupos saíram com o agente montado.
Não. A maior parte da sala vende moda em marketplace, e por isso muitos exemplos vêm de lá — mas o método é de negócio, não de nicho. Quem vende em marketplace ganha um bônus: um diagnóstico rodando na própria conta.
Não. Nenhuma linha de código. As duas ferramentas que o Thiago mostra no fim do dia, que rodam na empresa dele, também não foram feitas por programador.
A gente fala sobre isso na conversa do WhatsApp, junto com as formas de pagamento. É rápido e sem compromisso.